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EXPOSIÇÃO "TODOS OS DIAS SERÃO OUTONO", DE LUÍSA MEIRELLES HOLANDA COPETTI, INAUGURA EM 03 DE JUNHO

 

A exposição individual de Luísa Meirelles Holanda Copetti "TODOS OS DIAS SERÃO OUTONO" será aberta no próximo dia 03 de junho, com visitação de 04 a 21 de junho, no  Espaço Ado Malagoli do Instituto de Artes da UFRGS. Selecionada em edital do Centro Acadêmico Tasso Corrêa 2019/1, apresenta obras em desenho, pintura e fotografia. A artista parte da observação da paisagem dos pampas para realizar seus estudos sobre o céu outonal, tendo como inspiração a série "Atlas", do pintor Alemão Gerhard Richter, os escritos do séc. XIX de Goethe e a exposição Le Bruit des Nuages (curadoria de Peter Greenaway no Museu do Louvre, 1992).

Luísa nos faz perceber, a partir de suas obras, que a realidade é sempre mais rica e mutável do que os sistemas que a pretendem conhecer. Para olhos atentos, o céu do outono jamais será o mesmo do inverno, embora possamos representá-los esquematicamente iguais. Na mostra, os espectadores são convidados a voarem com os pés no chão, sob o som do disco TODOS OS DIAS SERÃO OUTONO, de Rodrigo Nassif. Além disso, as janelas celestes de Luísa Holanda Copetti nos conduzem a repetir o salto da queda mitológica de Ícaro, confrontando-nos com os limites da linguagem frente à imensidão do cosmos.


SERVIÇO:
O que: Exposição TODOS OS DIAS SERÃO OUTONO, de Luísa Meirelles Holanda Copetti + Pocket show do disco homônimo de Rodrigo Nassif
Abertura, conversa com artista e Pocket show: 03/06/2019, às 19h
Visitação: de 04/06 a 21/06/2019, das 8h30 às 21h30
Local: Espaço Ado Malagoli, Instituto de Artes da UFRGS (rua Senhor dos Passos, 248, Porto Alegre/RS)

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Breves currículos:
Luísa Meirelles Holanda Copetti é artista multimídia e estudante do curso de Artes Visuais do Instituto de Artes da UFRGS. Atua como ilustradora e diretora de arte e de animação desde 2006.

Rodrigo Nassif, multi-instrumentista, vencedor do prêmio Açorianos na categoria “Melhor Intérprete Instrumental”, tem seis álbuns autorais lançados. Começou sua carreira ainda adolescente. Foi bolsista do prestigiado Consevatório Luís Giannneo em Mar del Plata, província de Buenos Aires, sob orientação do célebre violonista Eduardo Isaac. Seu estilo vem sendo classificado como jazz?milonga, mesclando influências regionais como o chamamé, o tango?milonga, a valsa, com várias outras vertentes da música instrumental somado a formação de violão erudito. Já realizou apresentações em Nova York com nomes consagrados do jazz americano como Craig Owens e Nathan Webb. Suas composições tem forte apelo popular, tendo sido citado duas vezes pela Revista BRAVO! como um dos principais violonistas do Brasil , em dezembro de 2009 e em fevereiro de 2012.

FOTO: Amarello Rodrigues

 

 

 

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