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ARTISTAS GAÚCHOS INTEGRAM EXPOSIÇÃO EM PARIS


Três artistas gaúchos integram a Exposição Coletiva Meu Brasil, em Paris, que se encontra aberta à visitação na Galeria de Arte do Cloître des Billettes. A coletiva, inaugurada no último dia 03 de fevereiro, contempla os trabalhos dos artistas gaúchos Heloisa Medeiros, Marlene Reinaldo e Marco Escada e de mais quatro fotógrafos brasileiros - Luiz Todeschi, Igor Gomes, George Neri, Rose Aguiar e Marina de Almeida Prado -, com a curadoria Ricardo Esteves e Anna Priscila Marques. O projeto é do curador Ricardo Esteves, fotógrafo carioca residente em Paris há mais de uma década e que tem como finalidade a divulgação de artistas brasileiros na Europa.

A exposição Meu Brasil nasceu a partir do projeto idealizado pelo fotógrafo e curador carioca radicado na França, Ricardo Esteves. O projeto compreende o acompanhamento artístico seguido de uma exposição coletiva temática em Paris, com o intuito de envolver fotógrafos na trajetória contínua de desenvolvimento artístico e, por meio de um espaço expositivo na França, divulgar o resultado do acompanhamento artístico e promover a democratização da fotografia artística brasileira na Europa.

Atualmente, Ricardo Esteves está na segunda edição desse projeto em Paris. Em maio do ano passado, a Exposição Coletiva Meu Brasil foi apresentada na Galerie Space, na região da Bastilha (11o Arr.), em Paris. Agora, em fevereiro, chega ao Marais (4e arr.), na Galeria de Arte do Cloître des Billettes. Essa será a terceira exposição desse coletivo de artistas desde o ano passado. A última aconteceu em Porto Alegre, na reinauguração da galeria de arte noturna do Clube de Cultura, André Paulo Franck, ponto de encontro dos artistas e intelectuais gaúchos.

 

Sobre o espaço expositivo

O claustro medieval Cloître des Billettes fica localizado no n.24, da Rue des Archives no Marais (4e arr.) em Paris. Foi construído em 1758 a partir do projeto de Jacques Hardouin-Mansart de Sagonne (1711-1778). A sua arquitetura é de estilo gótico com arcadas e ornamentos florais e possui uma igreja luterana desde 2012. Em junho de 1742, os Carmes-Billettes (carmelitas) decidiram recomeçar a reconstrução de sua igreja para comportar seus 50 membros em meados do século XVIII e convidaram o arquiteto, o último dos Mansart, filho caçula de Jules Hardouin Mansart. Sua estrutura arquitetônica, com seu jardim interior e seus bancos de pedra, possui quatro corredores, formando um quadrilátero a céu aberto. Nas abadias mais antigas, o claustro consiste no local de encontro dos monges, enquanto outros eram locais de isolamento e de silêncio. O claustro tem acesso a todos os locais comunitários importantes (a igreja, a sala capitular, a biblioteca, o scriptorium e o refeitório) entre outros aposentos. O que era antigamente um convento dos Carmelitas, hoje abriga exposições de artistas em sua galeria de arte. Sua igreja, além de estar bem preservada, também é palco para concertos. Um bom lugar para visitar ao menos as exposições de arte. A entrada é gratuita.

 

 

 

 

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